Na sexta-feira, escrevi o
primeiro capítulo do meu novo livro. Depois de meses a refletir na nova ideia, de
o novo romance se ir escrevendo sozinho no meu cérebro, e de, ao mesmo tempo,
me esvaziar de tudo até desesperar com o ócio, na sexta-feira, acordei com uma
urgência física de o começar a escrever. Depois de terminar o primeiro capítulo,
senti-me absolutamente feliz, apesar de serem apenas as primeiras páginas de
muitas, é como se tivesse dado apenas o primeiro passo para escalar o Evereste,
mas para dar os seguintes passos o primeiro é sempre importante, e, só por
isto, senti toda a felicidade. Isto só significa uma coisa, a partir de agora,
o meu cérebro e o meu tempo estarão unicamente ao serviço do meu próximo
romance, o motivo que me fará levantar da cama a todos os dias.
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